"Mesmo que os meus versos nunca sejam impressos, Eles lá terão sua beleza, se forem belos." (FERNANDO PESSOA)

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segunda-feira, 3 de março de 2008

PARA UM AZEDO HERDEIRO DA DOÇURA DOS BÁRBAROS



Doces foram todos os Bárbaros...
Outrora filme de novos baianos.
Outrora repúdio dos xenófobos paulistanos.
Num salto voltando no tempo, quão belo foste, ó pagão!
E quanta influência tiveste, neste vasto mundo cristão!
Sunday é o Deus Sol, no calendário do Anglo-Saxão.
Monday dará muito trabalho, nos feudos da nossa razão.
Mas quem afinal são os bárbaros, nesta ou noutra ocasião?
Bárbaros talvez sejam aqueles, que não tem coisas bárbaras no coração.

Para saber mais:
Doces Bárbaros - http://pt.wikipedia.org/wiki/Doces_b%C3%A1rbaros
Migrações Bárbaras - http://pt.wikipedia.org/wiki/Invas%C3%B5es_b%C3%A1rbaras

Um comentário:

  1. Bem colocado por você. Já não se fazem mais bárbaros como antigamente. O "bárbaro cabal", deu lugar ao "bárbaro banal". E é deste segundo que mais se lembram.
    Beijos!

    Tatiana Maria

    ResponderExcluir

Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
E sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.

Hilda Hilst

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