"Mesmo que os meus versos nunca sejam impressos, Eles lá terão sua beleza, se forem belos." (FERNANDO PESSOA)

SEBO ARILOQUE

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domingo, 27 de julho de 2008

O VÔO RAZANTE DOS MORCEGOS



Ao cair das trevas, em sinais mais breves
Enquanto nas águas morria a luz solar,
Com morcegos no váculo, a mergulhar,
E as sombras cobrirem ao que não se atreves...

E os gritos refletem seu eco e sonar
Na caça dos insetos, perdidos ao vento,
Que aos milhares, formam o suculento
Banquete das tais sinistras, criaturas do ar.

(26/07/2008)

Um comentário:

Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
E sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.

Hilda Hilst

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