"Mesmo que os meus versos nunca sejam impressos, Eles lá terão sua beleza, se forem belos." (FERNANDO PESSOA)

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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

DJAVANEAR UMA 'QUASE' CANÇÃO POR QUEM SE QUER


Para Daniela

Te tocar...
E cantar a loucura em te querer
Me compor...
E contar minha história pra você
Te falar...
De toda sede que eu tenho em viver
Me expor...
Declarar a minha fome por você
Te marcar...
Tatuar no teu corpo meus dentes e poder
Me dispor...
Mapeando os ventos que me levam a você
Te nomear...
Anjo absoluto no auge do meu clã
Te ludibriar...
Pra te sensibilizar a lá Djavan.

(Entre algum dia de 1999 e 13/04/2000)

Imagem: http://flamencobrasil.com.br/2012/04/o-djavenar-flamenco/

3 comentários:

  1. Que lindo!!! Me fez querer que alguém me deseje assim...
    Nossa!! Por que escreve tão bem assim, faz a gente sonhar e desejar que suas palavras nos dominem de corpo e alma...
    Ana Paula Vergara

    ResponderExcluir
  2. É muito bom lembrar de Djavan e de seu "coração sangrando toda palavra sã."
    "O sol brilha por si."

    ResponderExcluir
  3. ESSE É REALMENTE UM DESEJO ARDENTE, SUA ALMA SUPLICA POR ISSO, CORPO E MENTE DESEJOSOS QUE SE TORNE REALIDADE E QUE DÊ SOSSEGO A UM CORAÇÃO INQUIETO...
    NEIDE

    ResponderExcluir

Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
E sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.

Hilda Hilst

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