"Mesmo que os meus versos nunca sejam impressos, Eles lá terão sua beleza, se forem belos." (FERNANDO PESSOA)

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domingo, 20 de setembro de 2009

NADA CONTRA A CORRENTEZA



Memória,
venerável,
mensurável,
e sofrível!

História,
palatável,
sustentável,
do impossível

Glória,
desejável,
indispensável,
inadmissível!

Nas distintas
fantasias
e famintas
manias...

Nada, pouco, nada,
pouco, nada, pouco,

Chega, nunca, chega
Nunca, chega, nunca.

Nada, nunca, nada
Chega, pouco, chega.

Um comentário:

  1. Esse poema fez muito sentido pra mim de uma forma realmente MUITO incerta, mas eu me identifiquei com ele Professor! Preciso adicionar esse blog na minha lista de recomendações!

    Bjbj,
    Alê

    ResponderExcluir

Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
E sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.

Hilda Hilst

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