"Mesmo que os meus versos nunca sejam impressos, Eles lá terão sua beleza, se forem belos." (FERNANDO PESSOA)

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sábado, 16 de janeiro de 2010

ÉS TU, HORIZONTE?


A devastadora
Doçura que
Cobre meus
Olhos quando
És tu,
Horizonte?

Ouves
A descomunal
Busca de
Palavras que
Afaguém
Tu e, a mim,
Verticaliza?

Degusta...
Deixa os aromas
Trazerem
Sentimentos, os
Sabores e as
Dádivas de vivermos
Em paralelo.

4 comentários:

  1. Ampliar os horizontes... apreciar o horizonte... deleitar-se na horizontal...
    Respirar o doce ar do horizonte, puxando dele seus aromas, a perspectiva de infinitude, podendo então saborear a intenção de andarmos lado a lado...
    Como sempre muito lindo.

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  2. lindo poema *-*
    vc q escreveu???
    muito legal seu blog
    quando puder passa no meu
    beijos

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  3. Expressa bem o sentimento de fitar o horizonte parado ou em cima de uma moto, sempre estamos seguindo o horizonte

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  4. Certas suplicas são tão desesperadas que sabem que se gritarem muito não serão ouvidas. Os ouvidos são sensíveis aos gritos, e isso incomoda. Por isso que existe o Sutil, e tal ato encanta.

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Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
E sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.

Hilda Hilst

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