"Mesmo que os meus versos nunca sejam impressos, Eles lá terão sua beleza, se forem belos." (FERNANDO PESSOA)

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sábado, 25 de agosto de 2012

AUTONOMATOPEIA




Caminhando pela acinzentada floresta petrificada,
onde perdeu-se o tempo, o espaço, o momento,
descobri no alto d'uma parede desajeitada
as ações e cores d'um movimento,

que ha décadas buscava um novo rumo
entre pessoas, formas e traços
incendiando as ideias e consumo
revitalizando conceitos, objetos e espaços.

E assim traz-me outra peça de humano
e causa-me entusiasmada emoção
enquanto arde lento e  silencioso o cotidiano
pulsando-me a vida nos olhos e coração.




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Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
E sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.

Hilda Hilst

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